quarta-feira, outubro 20, 2004

Pequeno poema de saudade de quem não conheci
(Para Hilda Hilst)

Encanta os anjos
Responde a Deus
Xinga o Diabo
E me esquece...

Para ser santa
Falta a vocação
E sobra na mão
O que nos espanta.

Te leva a morte
Como que foi o arrojo
Nessa estranha vida.

De ontem em diante
Para ser poetisa
(Me perdoem)
Há que chamar-se Hilda.

[Alexandre Beanes, meu caríssimo amigo, poeta de delicadezas]

7 comentários:

Anônimo disse...

Hilda hoje é falta.
E obra interrompida apenas na futura quantidade. Já que é infinida de interpretações e sensações.

Bom, esse seu amigo, heim Maperssa de Castro!!!

Júlio Castro
http://oestro.blogdrive.com
http://palavraacesa.weblogger.terra.com.br

Anônimo disse...

Perdoe-me a troca das letras e vírgulas indevidas.
Sim, sou dislexo, lembra??? rs!

Júlio

Anônimo disse...

Muito bom, grega. Fazemos parte do mesmo movimento, ao que parece!
Beijos,
Re.

Bruno Domingues Machado disse...

Nunca li Hilda Hist, mas essa é uma daquelas poesias que nos fazem querer ler.

Márcia Maia disse...

De uma beleza perfeita e delicada que encanta,

Laura disse...

Oi...peguei teu endereço no Orkut e adorei este espaço!!!Posso fazer parte daquelas que te leêm? Um beijo

Anônimo disse...

Bom fazer parte dessa casa de espelhos. estou orgulhoso. Beijo grega.